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Resumo da semana

Retrospectiva, fatos e acontecimentos da semana de 13/01 a 17/01/2020

Leia a síntese retrospectiva dos fatos mais relevantes no cenário político e econômico


Em 17.01.2020 às 19:13 Compartilhe:

Síntese retrospectiva dos fatos mais relevantes da semana ordenados em tópicos sobre eventos ocorridos nos Poderes e nos cenários político, socioeconômico e mundial. 
 

Poder Executivo

Governo reajusta em 4,48% aposentadoria acima do mínimo 
O governo federal oficializou o reajuste de 4,48% para aposentados e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima de 1 salário mínimo, de acordo com portaria do Ministério da Economia publicada no "Diário Oficial da União". Com a oficialização do reajuste, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 5.839,45 para R$ 6.101,06 a partir de janeiro de 2020.
Pela legislação federal, o índice de reajuste do benefício de aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Em 2019, o INPC ficou em 4,48%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Bolsonaro anuncia reajuste, e salário mínimo passará de R$ 1.039 para R$ 1.045 em fevereiro 
O presidente Jair Bolsonaro informou que o governo reajustará o valor do salário mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045. Segundo Bolsonaro, o valor valerá partir de 1º de fevereiro. O objetivo com a medida é evitar perdas inflacionárias. Isso porque, ao fixar o valor do salário mínimo em R$ 1.039, o governo se baseou na projeção do mercado financeiro para o INPC do ano passado, contudo, na semana passada o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o INPC ficou em 4,48%, acima do percentual previsto. Com isso, na prática, o reajuste do mínimo para R$ 1.039 ficou abaixo da inflação. 
O índice serve de base para o cálculo do salário mínimo.
 

Cenário Socioeconômico

Mercado reduz expectativa de inflação em 2020 e vê dólar mais baixo 
Os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa de inflação para este ano e também passaram a projetar um dólar menor no fim de 2020. As projeções fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado pelo Banco Central (BC). Os dados constam de um levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.
De acordo com o boletim, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2020 de 3,60% para 3,58%. A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%.

Governo aumenta para 2,40% previsão de alta do PIB em 2020 
O Ministério da Economia elevou a sua previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32% para 2,40% em 2020. A projeção está no Boletim Macrofiscal, divulgado pela Secretaria de Política Econômica. Para o ano de 2019, cujo resultado ainda não foi divulgado pelo IBGE, a previsão da área econômica de crescimento passou de 0,90% para 1,12%. 
O mercado financeiro, por sua vez, estima uma alta de 1,17% para o PIB de 2019, de 2,3% para 2020 e de 2,5% para 2021. As previsões foram colhidas pelo Banco Central na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Segundo o estudo da Secretaria de Política Econômica, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, a expectativa para este ano passou de 3,53% para 3,62%.

'Prévia' do PIB do BC registra alta de 0,18% em novembro 
O nível de atividade da economia brasileira registrou crescimento em novembro. É o que indicam os resultados de outubro do Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br) divulgados pelo Banco Central. O indicador do BC é considerado uma "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
O IBC-Br apresentou uma expansão de 0,18% em novembro, na comparação com o mês anterior. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes). Na comparação com novembro do ano passado, o índice apresentou crescimento de 1,10%.

 

Fonte: Agência ANABB