× Modal
< Voltar


Assuntos diversos

Bancários conquistam 5% de reajuste este ano

Os acordos coletivos assinados valem para o período entre 1º de setembro de 2018 e 31 de agosto de 2020


Em 05.09.2018 às 18:14 Compartilhe:

Os bancários de todo o país aceitaram em assembleia a proposta de reajuste salarial de 5% sugerida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O acordo do setor será válido por dois anos, e o aumento também contará para os vales refeição e alimentação, auxílio-creche e participação nos lucros e resultados (PLR). Os bancários do BB receberam os valores referentes a PLR do primeiro semestre de 2018 nesta quinta-feira (6/9).

Confira o que a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2018/2020 garante:

  • Reajuste de 5% a partir de sábado (1º/9) e 1% de aumento real a partir de 1º de setembro de 2019.
  • PLR regra básica: 90% do salário mais R$ 2.355,76 limitado a R$ 11.713,59. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 27.058,37.
  • PLR parcela adicional: R$ 4.711,52.
  • Antecipação da PLR: Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva. No Itaú ela será paga no dia 20 de setembro, junto com o PCR. Regra básica: 54% do salário reajustado em setembro de 2018, mais fixo de R$ 1.413,45, limitado a R$ 7.379,55 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro. Parcela adicional equivalente a 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2018, limitado a R$ 2.355,76.
  • Piso de portaria: R$ 1.605,19.
  • Piso de escriturário: R$ 2.302,52.
  • Piso de Caixa e tesouraria: R$ 3.110,40.
  • Vale refeição: R$ 35,18 por dia.
  • Auxílio-alimentação: R$ 609,87.
  • Auxílio-creche/babá: R$ 468,42 (filhos de até 71 meses

Confira algumas das cláusulas específicas do BB:

  • Manutenção de todos os direitos conquistados nos acordos coletivos.
  • Mantido o mesmo modelo de PLR. O pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será feito ainda na primeira quinzena de setembro.
  • Intervalo de almoço – Para os funcionários com jornada de oito horas poderá ser reduzido para 30 minutos, de forma facultativa. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo atual do intervalo de lanche, sem registro de ponto. No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas poderá ser de 30 minutos - diferente de como ocorre atualmente, no qual o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo.
  • Banco de horas facultativo- Os funcionários terão seis meses para compensarem as horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado. Caso a compensação não ocorra em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.
  • Manutenção das três avaliações para o caso de descomissionamento dos bancários.
  • Inclusão de um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas.


Fonte: Agência ANABB, com informações da Contraf-Cut e Contec

Fonte: Agência ANABB