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Previ

Bons resultados do Plano 1 evitam contribuições extraordinárias

Resultado dos investimentos até novembro de 2017 cobriu a parte do déficit técnico de 2016 que deveria ser equacionado


Em 15.12.2017 às 18:44 Compartilhe:

O ano termina com uma boa notícia para os associados do Plano 1. O bom desempenho da carteira de investimentos entre janeiro e novembro de 2017 gerou um resultado líquido positivo de R$ 5,7 bilhões. O valor é suficiente para cobrir o déficit técnico acumulado a ser equacionado, apurado em 31/12/2016, no valor de R$ 1,4 bilhões, sem a necessidade de contribuições extraordinárias, assim como já tinha acontecido em 2016.

Em 2017, a Previ preparou mais uma vez um Plano de Equacionamento, conforme especifica a Resolução CGPC 26/2008. Com o bom desempenho do Plano 1 durante o ano, foi possível cobrir o valor a ser equacionado com o resultado do ano apurado até 30/11/2017. O déficit técnico que será liquidado, de R$ 1,4 bilhões, é o equivalente a 1% da Reserva Matemática de dezembro de 2016. A utilização de eventuais resultados líquidos positivos como fonte alternativa de recursos para o equacionamento de déficit está prevista na Instrução Previc nº 32, de setembro de 2016.

Como é calculado o valor a ser equacionado?

As regras do setor de previdência complementar permitem que um fundo de pensão mantenha um determinado nível de déficit, calculado de acordo com a duration, ou seja, de acordo com a duração do passivo, que corresponde à média ponderada dos prazos dos fluxos de pagamentos de benefícios do plano. Os valores do déficit acumulado que extrapolam esse limite técnico precisam ser equacionados. Planos mais maduros, como o Plano 1, têm uma duration mais curta. Como os prazos dos fluxos de pagamentos dos benefícios acontecem em um período menor, a tolerância ao déficit diminui, e os desequilíbrios precisam ser corrigidos mais rapidamente. A duration de um plano é um indicador dinâmico, que muda a cada ano. A do Plano 1 será recalculada após o resultado final de 2017 ser fechado, quando também será possível verificar se existirá necessidade de se elaborar um novo plano de equacionamento em 2018. 

O que é o Resultado Líquido Positivo?

O déficit da Previ, originado em 2015 em um cenário político-econômico desfavorável, é conjuntural. Os ativos da Previ são fortes e resilientes, administrados por uma equipe técnica, competente e séria. Não à toa tivemos resultados positivos nos exercícios de 2016 e até novembro de 2017.  A rentabilidade do Plano 1 ficou em 10,46% no resultado acumulado de janeiro até 30/11/2017, muito acima da meta atuarial do período, de 6,46%, o que gerou o excedente de rentabilidade financeira em relação à meta atuarial de R$ 5,7 bilhões – também chamado de Resultado Líquido Positivo. É importante ressaltar que ainda não temos o resultado do exercício de 2017 fechado, já que o mês de dezembro não foi apurado. Leia mais sobre o que significam os resultados positivos do Plano 1. 

Destaque positivo no sistema

O bom desempenho da Previ nos anos de 2016 e 2017 comprova que a entidade é um destaque positivo do sistema brasileiro de fundos de pensão. Ao compararmos os números da Previ com algumas das maiores fundações do país até o último resultado divulgado, em 2016, verificamos que a entidade é a única com resultados positivos e que não cobra contribuições extraordinárias de seus associados e patrocinadores. Enquanto a contribuição de aposentados do Plano 1 é de 4,8%, a média das contribuições normais de assistidos nas outras três maiores fundações é de cerca de 10,9%, além da cobrança do percentual de contribuição extraordinária do plano de equacionamento.

Leia a matéria completa no site da Previ.

Fonte: Previ