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Previ

Plano 1 está com 4,21 bilhões de resultado superavitário em 2017

Atualmente o Plano 1 tem 114.351 associados


Em 15.09.2017 às 19:22 Compartilhe:

O Plano 1 da Previ, que tem R$ 165,81 bilhões de patrimônio, acumula um superávit de R$ 4,21 bilhões até agosto de 2017, com uma rentabilidade de 8,35%. A taxa atuarial do período, que é a meta a ser perseguida, foi de 4,61%. Atualmente o Plano 1 tem 114.351 associados.

Diversos fatores influenciaram nesses números. O principal deles é a governança fortalecida da Previ, que possibilita manter a resiliência em um cenário político e econômico tão adverso. A utilização de um Planejamento Estratégico robusto como norteador de suas ações, a aplicação diligente das Políticas de Investimentos e a prudência nas decisões, entre outros fatores, possibilitou a mitigação dos efeitos negativos da crise. O resultado parcial de 2017 replica o do ano de 2016, que já apontava para o acerto na estratégia definida pela entidade.

Um dos destaques deste resultado parcial de 2017 foram os Investimentos Estruturados, segmento de ativos de investimentos em empresas com potencial de crescimento. Ainda uma fatia pequena dos ativos do Plano, com apenas 0,55% da alocação, a rentabilidade do segmento no Plano 1 foi de 20,89%. O número é reflexo do sucesso do investimento realizado no FIP Caixa Barcelona, que superou a marca de 400% de rentabilidade acumulada. Outro segmento que se sobressaiu foi a Renda Variável, com uma rentabilidade acumulada de 10,63% no Plano 1. O avanço do novo acordo de acionistas da Vale, um dos principais ativos da carteira, teve relevância nesse resultado. Com um novo modelo de governança implementado, endividamento reduzido, um ciclo de investimentos encerrado e fortes ganhos de produtividade, a Vale reafirma sua posição como um ativo de grande valor para a Previ.

Os ativos da Previ são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios – além de não haver investimentos em ativos de alto risco ou baixo potencial de retorno, como títulos de dívidas soberanas de países em crise ou bancos que deram default, por exemplo –, e que, portanto, têm potencial de recuperar ao longo do tempo seus valores de mercado habituais, como já demonstraram o resultado superavitário parcial de 2017 e o de 2016.

Fonte: Previ