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Resolução CGPAR

Modelos de Custeio Vantagens e riscos

O terceiro painel teve a participação de especialistas sobre o tema e mostrou a relevância de um modelo de custeio


Em 15.09.2017 às 17:06 Compartilhe:

O terceiro painel teve como tema o "Modelos de Custeio - Vantagens e riscos", teve a participação de especialistas sobre o tema e apresentou aos participantes a importância de um modelo de custeio eficiente para a sustentabilidade dos planos de saúde de autogestão.

A vice-presidente da ANABB, Graça Machado, foi a mediadora e fez a abertura do painel ressaltando a importância de um modelo de custeio eficiente. "Este é um painel muito importante, pois temos que falar em custeio. Ou a gente faz a adequação de um modelo de custeio e de um modelo de gestão que permitam uma longevidade para o plano e para os beneficiários, ou simplesmente não teremos planos de autogestão. Então, temos que fazer uma discussão profunda sobre o assunto, independentemente de estarmos discutindo as resoluções CGPAR", enfatizou Graça Machado.

O diretor de grupo Salutis e atuário Hélio Augusto Mazza fez uma ampla apresentação sobre os modelos de custeio e apresentou alguns problemas que se apresentam em qualquer plano de custeio. Segundo o especialista, o impacto financeiro de um evento de risco em saúde pode atingir milhares de reais e levar um indivíduo que não se precaveu à falência, ou a perder parte substancial de um patrimônio que lhe exigiu anos para acumular. "Quanto maior for o número de beneficiários, maior será a estabilidade do valor total de sinistros esperados e, por consequência, menor será o valor do componente de risco considerado na formação do preço unitário. Dentro de um custeio, o preço unitário é a razão entre soma de todos os gastos e a quantidade de pagantes", disse o atuário.

A diretora de Saúde e Previdência da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Fabiana Cristina Meneguela, apresentou como funciona o modelo de custeio do Saúde Caixa, plano de saúde dos funcionários da CEF, assim como os aportes que são feitos ao plano dos trabalhadores. "Tivemos muito trabalho na luta contra os modelos de custeio apresentados pela empresa, tudo foi consquistado através do nosso Acordo Coletivo de Trabalho, uma das conquitas em relação ao plano foi a manutenção das mesmas condições aos aposentados e seus dependentes. Ao final de 2016, o Saúde Caixa acumulou um superávit da ordem de R$ 670 milhões", ressaltou a diretora da Fenae.

Outro debatedor participante do painel foi o ex-diretor da Unidas e da Postal Saúde, Orency Francisco da Silva, que falou sobre suas experiências nas instituições em que atuou e enfatizou as principais questões que impactam os modelos de custeio, entre elas a atuação da ANS.

Clique aqui e veja a apresentação feita pelo Hélio Augusto Mazza

Veja a apresentação realizada pela diretora da Fenae - Fabiana Cristina Meneguela

Clique aqui e acompanhe as discussões

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Terceiro painel - mediado por Graça Machado, vice-presidente Administrativa e Financeira da ANABB
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Fonte: Agência ANABB