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ANABB

Um luto difícil de curar

Com o falecimento do vice-presidente, José Branisso, fica a dor da perda de uma figura querida, e uma lacuna deixada por um cidadão que dedicou uma vida ao Banco do Brasil e à Associação


Em 23.05.2017 às 17:53 Compartilhe:

Luto. Esse é o sentimento que tomou conta da ANABB neste dia 23 de maio, quando a Diretoria Executiva recebeu a notícia do falecimento de um de seus membros, o vice-presidente Administrativo e Financeiro, José Branisso.

A morte de Branisso representa um luto difícil de curar. Nesse momento, fica a dor da perda de uma figura querida por seus colegas e familiares e uma lacuna deixada por um cidadão que dedicou a vida ao funcionalismo do Banco do Brasil e que também emprestava seu conhecimento à ANABB.

Foram 28 anos de dedicação à entidade. Histórias que se entrelaçam entre a potência do que a ANABB se tornou e a presença marcante do vice-presidente José Branisso nas principais lutas da entidade.

Em meados de 1989, Branisso assumiu o primeiro cargo de liderança na ANABB: a Diretoria de Atividades. No ano seguinte, viu-se diante do primeiro grande desafio como gestor da entidade: defender a Previ, quando o governo passou a cobiçar os recursos dos fundos de pensões e os obrigar a adquirir Certificados de Privatização (CPs), sem rentabilidade ou garantia de retorno. Em 1990, a Associação ajuizou ação para impedir que a Caixa de Previdência comprasse Certificados de Privatização.

Em 1992, José Branisso assumiu a Presidência do Conselho Deliberativo, primeiramente, para um mandato tampão, mas no ano seguinte foi reconduzido ao cargo, nele permanecendo até 1995. Como presidente do colegiado, participou das principais mobilizações da ANABB, como a campanha de moralização do país, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e centrais sindicais. O movimento nacional resultou na aprovação do impeachment do então presidente Fernando Collor.

Da presidência do Conselho Deliberativo até assumir a vice-presidência Administrativa e Financeira, em 2016, passaram-se 20 anos. Em todo esse período, José Branisso esteve como conselheiro deliberativo da ANABB. Uma presença marcante nos principais debates de interesse do funcionalismo do Banco do Brasil e da ANABB, como nos diversos seminários e encontros promovidos pela Associação, nas mesas de negociação com o Banco do Brasil, nos debates sobre Cassi e Previ, na defesa de projetos de lei no Congresso Nacional, entre outras diversas ações.

Desde que tomou posse para compor a Diretoria Executiva, em janeiro de 2016, Branisso dedicou-se a cuidar das finanças da Associação. O dirigente fez história na ANABB e nas entidades por onde passou, como COOP-ANABB e ANABBPrev. Ocupou posição de destaque também da Previ como conselheiro consultivo do Plano 1.

A principal lição que José Branisso deixa é de comprometimento, lealdade e responsabilidade. Era assim que pautava suas ações dentro e fora da ANABB.

Na coluna “Opinião”, escrita na edição nº 242 do jornal Ação, o dirigente externou preocupação quanto ao futuro da Cassi, inclusive relatou a própria história como beneficiário da Caixa de Assistência. Leia aqui.

É assim que o vice-presidente José Branisso será lembrado: lutar sempre, desistir jamais!

 

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Branisso ingressou no conselho deliberativo da ANABB em 1990
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Fonte: Agência ANABB