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ANABB alerta os associados para os cuidados com o Aedes Aegypti

Confira algumas medidas preventivas contra os vírus da dengue, chikungunya e zika


Em 11.12.2015 às 00:00 Compartilhe:

 

Um novo sinal de alerta acendeu a população brasileira. A epidemia do vírus da zika, uma doença com sintomas semelhantes ao da dengue, está em curso desde o meio do ano. Foi confirmado pelo Governo Federal que o zika vírus está ligado a uma má-formação no cérebro de bebês, a microcefalia, e, até o início deste mês de novembro, foram registrados 1.761 casos suspeitos da anomalia em 422 municípios de 14 unidades da federação. O Ministério da Saúde divulgou ainda que, neste ano de 2015, mais de 1,5 milhões de pessoas foram infectadas com alguns dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes Aegypti. Diante da gravidade da situação, chegou a hora da sociedade mais uma vez se mobilizar.

Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo Aedes Aegypti e os casos aumentam a cada ano no país. Apesar das inúmeras campanhas de conscientização e mutirões de combate aos focos, o crescimento dos casos é assustador, e isso acontece por uma série de fatores entre eles, o acúmulo de água parada em recipientes e no lixo e o clima tropical favorável. 

Tendo em vista a dimensão do problema, sociedade e governo devem se unir. De um lado, as autoridades precisam investir em políticas públicas de combate. Por outro lado, a população deve estar em constante alerta, evitando o acúmulo de água parada em casa e a proliferação do mosquito.

Evite o Aedes Aegypti
A proximidade do verão aumenta a incidência de casos de dengue, em decorrência das chuvas irregulares e da temperatura alta. Sendo assim, a ANABB quer reforçar a campanha de alerta, pedindo que os associados redobrem os cuidados. Não deixem água parada em vasos de plantas, pneus etc. Isso é um “prato cheio” para a proliferação do mosquito.

Outra medida importante é orientar os seus vizinhos a fazerem o mesmo. Se cada um fizer a sua parte, mantendo a higienização da redondeza, não haverá espaço para criação de novos focos. Todas as ações requerem conscientização da população.

Veja mais algumas medidas indicadas para combater a reprodução do Aedes:

 

  • Tampar os grandes depósitos de águas, como caixas d’água, reservatórios, tanques e piscinas que não são usadas com frequência.
  • Não abandonar lixos e outros objetos, como pneus velhos, latas e garrafas, em quintais ou nas ruas.
  • Em caso de viagens para áreas de maior risco, o ideal é hospedar-se em locais que disponham de telas de proteção nas portas e janelas.

Durante toda a próxima semana, a página da ANABB no facebook, trará informações para os associados, sobre os vírus e as melhores maneiras de prevenção e tratamento.

Fique atento aos vírus
Os sintomas e o tratamento para as doenças transmitidas pelo vírus Aedes Aegypti são semelhantes. Na maioria dos casos, não há tratamento específico para as doenças, e apenas os sintomas são tratados. A orientação dos médicos é que as pessoas se hidratem e fiquem em repouso. É recomendado ficar em casa e usar repelente para evitar que o mosquito pique a pessoa infectada e transmita a doença para outras pessoas. 

No caso do diagnóstico da zika em gestantes, há o risco de o bebê desenvolver microcefalia, que pode afetar o desenvolvimento neurológico, psíquico e motor. Mesmo quando o zika for comprovado durante a gravidez, não há como evitar o desenvolvimento de microcefalia no pré-natal.

É preciso estar atento ao surgimento dos sintomas da doença.

 

SINTOMAS DOS VÍRUS

DENGUE

CHIKUNGUNYA

ZIKA

Dor atrás dos olhos

Mal-estar

Vermelhidão nos olhos sem pus, semelhante a conjuntivite

Febre entre 39°C e 40° C

Febre entre 39°C e 40° C

Febre entre 37°C e 38° C

Dores no corpo inteiro

Dor de cabeça e nos músculos

Manchas avermelhadas sempre com coceira

Manchas avermelhadas no corpo que não coçam

Manchas avermelhadas no corpo que não coçam

Dor leve nas juntas

Fraqueza extrema nas pernas

Dor aguda e vermelhidão nas articulações, como joelhos, tornozelos, mãos, cotovelos e ombros

80% das pessoas não sentem nenhum sintoma

 

Veja a cartilha de combate à microcefalia divulgada pelo Ministério da Saúde.

 

Fonte: Agência ANABB, com informações do Ministério da Saúde