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Assuntos diversos

Reciclando Sons é premiado pela FBB

A ANABB já beneficiou o Instituto com a compra de equipamentos de som para suas apresentações


Em 27.11.2013 às 00:00 Compartilhe:

O Instituto Reciclando Sons, que trabalha formando jovens músicos na Cidade Estrutural, ganhou o Prêmio Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil. O Reciclando Sons concorreu, inicialmente, com 1.011 instituições de todo o país. Apenas 30 entidades de todo o Brasil se classificaram para a final do prêmio. Na categoria Juventude, a ONG da Cidade Estrutural disputou com outras seis instituições e se consagrou vencedora. Ela foi a única representante de Brasília a ser premiada em primeiro lugar.

A maestrina Rejane Pacheco disse, durante a premiação, que “se enganam aqueles que acham que as comunidades mais carentes não gostam de música clássica. E nós somos a prova disso. Já atendemos mais de 1,5 mil crianças, jovens e adolescentes, que se encantaram com o estilo. A música clássica precisa sair dos teatros e ir para as ruas”.

 

A ANABB já beneficiou o Instituto com a compra de equipamentos de som para suas apresentações. Para isso, a Associação buscou parcerias com outras empresas, como a Via Postal, a Gráfica e Editora Positiva, a Cooperforte e a Bancorbrás. A primeira apresentação do Reciclando Sons com os novos equipamentos aconteceu na sede da ANABB, para diretores, funcionários e convidados. Rejane Pacheco, que coordena os estudos de teoria musical, instrumentos e canto do Instituto, disse que "é fundamental que nossas apresentações sejam de qualidade. E a doação dos equipamentos feita pela ANABB tornou viável a continuidade do nosso projeto”.

O Instituto Reciclando Sons ainda fez parte do Calendário da ANABB 2013 e está representado no mês de setembro.

O Reciclando Sons é reconhecido no Distrito Federal pela metodologia de ensino inovadora e adaptada à realidade dos alunos nos seus 12 anos de atuação na Estrutural. O método japonês Suzuki consiste, basicamente, em ensinar brincando, o que possibilita aos alunos começarem a tocar um instrumento musical em pouco tempo. Além disso, com a metodologia, a ONG contribui para educação, ressocialização, geração de renda e inclusão social dos alunos.

O trabalho do Instituto Reciclando Sons envolve a comunidade local, forma músicos e professores em dois anos, além de gerar renda e prevenir o envolvimento dos alunos em crimes. A Cidade Estrutural, por meio da iniciativa, agora conta com um coral, uma banda com cinco instrumentistas e uma mini orquestra formada por sete músicos.

A ONG já atendeu cerca de 1,5 mil alunos em seus 12 anos de existência. Recentemente o Instituto Reciclando Sons conseguiu inaugurar nova sede para suas atividades para seus atuais 150 alunos.

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Fonte: Agência ANABB e Reciclando Sons