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Assuntos diversos

BB lança tecnologia de crédito via smartphone

Em 2012, o banco fechou o ano com 900 mil financiamentos por internet e mobile


Em 11.03.2013 às 00:00 Compartilhe:


O Banco do Brasil lança nesta semana uma tecnologia para relacionamento bancário baseada em tecnologias push (sistema instantâneo de envio de mensagens e conteúdos para celulares) e possibilidade de uso de geolocalização e realidade aumentada. A nova solução permitirá prestar atendimento mais personalizado aos seus clientes.

Em 2012, o BB fechou o ano com 900 mil operações de crédito por internet e mobile, num volume total de mais de R$ 3,8 bi. O banco fez 848 mil operações especificamente por internet e celular em 2011, num total de R$ 2,9 bilhões.

Com a tecnologia de geolocalização e de realidade aumentada, o BB vai além do canal para contratação de crédito. "A partir de agora, só a imaginação é o limite. Poderemos atender nosso clientes com muito mais assertividade, visando a necessidade de cada um, com a comodidade e mobilidade de um smartphone, que é uma tendência já consolidada atualmente" , afirma Geraldo Dezena, vice presidente de Tecnologia do Banco do Brasil.

A partir deste desenvolvimento o BB pode firmar parcerias com estabelecimentos comerciais, de forma que seus clientes PF sejam alertados sobre ofertas e descontos e o BB ofereça solução de crédito para aquisição dos produtos nestes estabelecimentos, de forma imediata, por exemplo. O banco pode identificar que o cliente está próximo a uma das lojas parceiras e enviar uma notificação push, permitindo que o cliente acesse o ambiente de simulação de CDC do BB, por exemplo, podendo contratar valor igual ou superior aos produtos desejados, sem necessidade de comparecimento à agência. O crédito entra na conta na hora.

"Se um cliente tentar fazer uma compra no crédito e já tiver com limite ultrapassado, mas com limite aprovado em outra linha, como o CDC, o banco poderá mandar mensagem ao cliente ofertando crédito e solicitando a confirmação do cliente", explica Dezena.

Fonte: Brasil Econômico