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Assuntos diversos

Brasil sem fome

Brasil sem fome


Em 04.03.2011 às 00:00 Compartilhe:


Um pequeno gesto pode mudar a vida de muita gente. Dessa forma, os funcionários do Banco do Brasil costumam praticar a cidadania – bandeira que vem sendo defendida na instituição desde a formação dos primeiros comitês de cidadania, em 93. A campanha Brasil Sem Fome, iniciada naquela época, e que foi sucesso em todo o Brasil, agora será retomada pela ANABB.

 

A responsabilidade é grande. Na primeira edição do Brasil Sem Fome, os comitês de funcionários do BB em todo o país venderam 300 mil camisetas, distribuídas pela ANABB com o slogan da campanha e arrecadaram mais de um milhão de reais. O dinheiro foi reinvestido em projetos de combate à fome e à pobreza, organizados pelos comitês. E a expectativa é de que a segunda edição da campanha supere os resultados obtidos em 93. “A ANABB confia na solidariedade dos funcionários do Banco do Brasil e vamos trabalhar por essa causa juntos”, afirma, em tom otimista, o diretor da associação e coordenador da campanha, Douglas Scortegagna.

 

Basicamente, os comitês  serão orientados a empregar o dinheiro, arrecadado por meio das contribuições, na construção de cisternas em comunidades carentes do semi-árido nordestino. Com as cisternas, os moradores poderão armazenar água para enfrentar os períodos de seca. Cada cisterna custa menos de R$ 1.000,00. Mas projetos de hortas comunitárias e outros que se mostrem viáveis também serão contemplados. Os recursos arrecadados são depositados em uma conta corrente aberta no Banco do Brasil e serão administrados pela ANABB. A associação será responsável por aprovar os projetos enviados pelos comitês e destinar os recursos necessários para a implementação dos programas. Quem doar mais de 50 reais vai receber, em casa, uma camiseta da campanha, além de um brinde-supresa. Nos primeiros cinco dias da campanha, já foram arrecadados mais de R$ 30.000,00. É o funcionário do BB deixando a sua marca na construção de um Brasil Sem Fome.

Fonte: AÇÃO 168 - FEV/MARÇO DE 2004