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ANABB

II Fórum Nacional de Debates Anabb - Informativo do 3º dia

No último dia das discussões do II Fórum Nacional de Debates ANABB, o destaque foi o painel Banco do Brasil e os Mercados Internacionais


Em 23.11.2001 às 00:00 Compartilhe:

Banco do Brasil e os Mercados Internacionais

A segunda edição do Fórum Nacional de Debates ANABB foi um sucesso. Durante três dias, deputados, prefeitos, vereadores, especialistas e jornalistas discutiram os rumos do Banco do Brasil em um mundo globalizado. Mais uma vez a ANABB mostra que a discussão plural, democrática, apartidária é o caminho mais legítimo para entender o Banco do Brasil. No último dia das discussões (22.11), o destaque foi o painel Banco do Brasil e os Mercados Internacionais. Alberto Matias, professor da USP e especialista em administração bancária, chamou a atenção dos participantes para o que devem ser as prioridades do BB para se tornar parte fundamental no processo de inserção do Brasil em mercados internacionais. “O Banco do Brasil é o único banco nacional com estrutura para ampliar a atuação do Brasil em mercados internacionais.

No entanto, o maior Banco do país é inexpressivo em termos de ativos frente aos outros Bancos do Mundo”. Segundo Matias o BB deve triplicar de tamanho para competir e participar de mercados internacionais. Mas é preciso repensar a política de comércio exterior” Já o gerente Executivo de Operações Internacionais do Banco do Brasil, Luís Carlos Aguiar, considera que “nunca esteve tão internacionalizado como hoje”. E completa: “Temos menos agências internacionais. No entanto atuam com mais eficiência no mercado globalizado”. O Itamaraty considera que o BB é “peça fundamental” nos mercados internacionais. Quem diz é Sérgio Barreiros Santana de Azevedo, primeiro secretário da Divisão de Serviços, Investimentos e Assuntos Financeiros do Departamento Econômico do Itamaraty.

Segundo Azevedo, a nova rodada de negociações da Organização Mundial do Comércio, sobretudo após a reunião do Qatar no último mês é otimista para o Brasil – principalmente no setor agrícola. “O Brasil é um dos maiores exportadores agrícolas do mundo e a experiência do Banco do Brasil no assunto é muito importante para fecharmos bons negócios”. O professor da UnB, Cristovam Buarque, defendeu o desenvolvimento econômico com projetos que priorizem a erradicação da pobreza, o combate à fome e a implantação de programas educacionais. Sobre estes, citou o Bolsa-escola como exemplo.

Fonte: Agência ANABB