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CAMPANHA COLABORATIVA 

Conte para nós qual o valor de pertencer à família BB. Se preferir, conte sobre experiências com clientes em situações inesquecíveis, onde pequenos gestos  fazem toda a diferença, ou nos encaminhe em foto ou vídeo porque você tem orgulho em dizer #nãomexenomeuBB.  

 

Meu Cliente Preferido
Renato da Costa Faria 
Niterói-RJ

"Essa minha história é real.

Estava com apenas 15 dias de banco, designado para um PAB dentro de uma empresa pública no Centro do Rio de Janeiro,  atendendo uma cliente, idosa, para atualização cadastral.
Ao olhar a foto no documento de identidade dela, me surpreendi com sua beleza quando era jovem e exclamei: "Como a senhora era bonita", 
ela cabisbaixa respondeu: "Poxa! Eu era bonita, não sou mais".
Sem jeito tentei consertar: "A senhora ainda é muito simpática".
Ainda mas triste ela retrucou: "Eu era bonita,  agora sou apenas simpática".
Constrangido levantei, fui tirar cópia dos documentos,  retornei,  conclui o atendimento sem falar mais nada. O cliente seguinte era colega de trabalho dela e tentando me confortar falou que ela realmente era muito bonita, mas definhou pois optara por abdicar de sua vida pessoal para se dedicar à mãe doente, por isso permanecera solteira, sem filhos e sem parentes, pois era filha única. 
Aquele momento ficou remoendo na minha mente por vários dias.
Quando recebi meu primeiro salário comprei um bouquet de rosas que enviei, para a cliente, com um cartão onde escrevi: "As rosas serão sempre rosas, pois por mais que o tempo passe seu perfume permanece em nossas lembranças".
Nunca mais tive contato com ela.
Poucos anos depois, atendi o mesmo cliente, colega de trabalho dela, que me contou que aquela cliente havia falecido e que todos os presentes no seu enterro ficaram emocionados  com a frase escrita na lápide da sepultura dela, seu último desejo: "As rosas serão sempre rosas, pois por mais que o tempo passe seu perfume permanece em nossas lembranças".

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Meu cliente preferido
Therezinha Dias de Mello
Texto: Um sábio de boné azul

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ASSOCIADO DE CURITIBA/PR
Euler de Freitas


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ASOCIADO DE TERESINA (PI)
Raimundo Martins Botelho 

"Eu ouço o galo cantar/ Mas por falta de interesse/ Quero o rumo ignorar/ É tal qual aquele trovão/ Longe, no mês de janeiro/ Que emite um som tão triste/ Dá vontade de chorar/ É quando ouço falar de possíveis privatizações/ Medo de ver na relação/ Das empresas escolhidas/ O BB dela constar/ O poder do pensamento/ Já me causa sofrimento/ Prefiro não acreditar/ Gostaria que todo patriota/ Reservasse do seu tempo/ Um pouco para o BB/ Vale a pena conhecer/ Do patrimônio maior que possui esta Nação/ Que já sofreu fracassos/ Superados, graças a dedicação/ Logo após a proclamação da República Brasileira/ Foi quando esse gigante sofreu seu último tombo/ Homens e mulheres principalmente livres e de bons costumes/ Unidos, de unhas e dentes/ Conseguiram cobrir rombo/ Juntaram todas suas jóias existentes em seus baús/ Depositaram no BB a fim de ele não sofrer/ Problema de solução/ Razão do que se vê hoje/ Zelando o produto OURO/ Afastem a tal privatização! /Privatizar esse BANCO seria, ou será, demonstração de desprezo por esse povo/ Tem tanta coisa importante que cabe mexer agora/ Motivo do meu apelo/ Em nome de cada brasileiro/ Deixem o BB de fora!!!"

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ASSOCIADO DE TERESINA (PI)
Euripedes Rodrigues de Andrade

"Só brasileiro totalmente desinformado ou de má indole, pode pensar em vender ou privatizar uma instituição como o Banco do Brasil, uma empresa com mais de dois séculos, altamente lucrativa e necessária ao nosso País. Um desbravador das mais e longínquas cidades brasileiras juntamente com seus corajosos, abnegados e bravos funcionários, criando e transformando riquezas para o Brasil #nãomexenomeuBB."

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ASSOCIADO DE CARUARU (PE)
Ernaldo Sousa Gomes

"Louvável a campanha #nãomexenomeuBB. O Banco do Brasil, é do Brasil, e não daqueles que querem enfraquece-lo e/ou destruí-lo. Sugiro que faça uma pesquisa, a nível nacional, sobre esse assunto, para conhercermos a opinião dos brasileiros."

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CLIENTE DO BB 
Cristianne Gori Smith   

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EXPERIÊNCIAS NO BB
ISA MUSA DE NORONHA 

Complacência Mineira

A hospitalidade mineira é uma tradição que supera os limites da complacência ou, quem sabe? Supera as raias da paciência.
Entre desconfiado e aborrecido, o janota chegou à cidadezinha para tomar posse como Gerente do Banco do Brasil na agência local. Chegando ao Banco, apresentou-se ao pessoal sendo cercado das boas-vindas gerais: tapinhas nas costas, cafezinho e a pergunta:
- Já arrumou acomodação?
- Não procurei ainda. Sabe como é. Vim ver se alguém me indica qualquer coisa para alugar e só depois vou trazer a família.
- Ah, faz o seguinte. Vamos lá para casa, descansar, tomar um bom banho, pegar uma bóia da vovó e depois o Gerente se arranja!
Era uma grande casa, dessas que não se vê mais. Alta no pé direito, janelas compridas. Na sala, o relógio de carrilhão, de quina na parede, o piano antigo, poltrona cômoda junto ao rádio. O Gerente tomou banho. De chinelos e roupão desceu para sala, entrou pela cozinha destampando panelas...
Janta vai e vem conversa, cafezinho para boca de pito, noite vindo e o Gerente não se mexe na cadeira. 
- É... Acho mesmo que o melhor é a gente ir dormir. Hoje nosso Gerente se ajeita por aqui mesmo. 
Lá pelas dez da manhã nosso sossegado hóspede aparece para o café. Biscoito frito, brevidades, broa de milho, leite da roça.
O Gerente saiu à rua e só voltou lá pelo meio-dia. Suado, batendo a poeira do sapato ao degrau da casa.
- Êta calor danado!
- Vá se lavar que já agorinha pomos a boia.
E assim foi. Dia a dia, mês de janeiro correu, fevereiro foi de galope e só em abril chega a família. 
- Aqui estamos minha querida! Essa gente maravilhosa me deu todo apoio e pousada este tempo inteiro!
A avó teve que segurar-se à parede. Junto à mulher, entraram sete guris em escadinha de idade. O último à barra da saia da mãe. O jeito foi tocar água no feijão, cortar mais uns tomates, aprontar mais couve, botar umas batatas no fogo. 
A criançada dava dó. Empoeirados das horas passadas no trem e com os olhinhos arregalados de quem estranha tudo. A avó, de coração mole como suas pernas, nem pensou para dizer...
- Maria! Ferve a água. Vamos arrumar um banho para esta meninada!
Banhos tomados, meninos de roupas trocadas, descem para o jantar. A avó e Maria na cozinha preparavam o tutu, cortavam ovos em rodelinhas caprichosas, picavam a linguiça para render mais, arroz fumegando na panela de pedra, o lombo corado na frigideira e a preocupação...
- Meu Deus! Será que eles vão reparar?
Não repararam. Comeram tudinho com voracidade infantil. Agora, como acomodar toda aquela gente?
- Sinhô Gerente... Não tem cabimento o senhor sair daqui umas horas dessas. Por hoje vocês se ajeitam por aqui mesmo e amanhã todos vamos conhecer a casa nova... Que tal?
Nem foi no outro dia, nem mesmo naquela semana. Pobre avó. Muito longe de tecer lamúrias por tantos dias e tanto trabalho, cismava...
- Será que eles não repararam?
Caro amigo. Isto pode acontecer com você. Quando aparecer aqui em Minas e precisar de pousada, pode entrar. É só não reparar...