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Ano a ano, o BB tem apresentado notáveis resultados, para a sociedade e para os acionistas. Toda essa jornada de superação de metas é fruto, principalmente, da entrega, do suor e do trabalho duro dos funcionários.

Entretanto, o Banco do Brasil está ameaçado. “Se eu pudesse, privatizaria tudo”, declaram autoridades da área econômica. A venda de subsidiárias estratégicas também está no radar.

Para lutar contra o enfraquecimento de um banco que está na vida dos brasileiros há mais de 200 anos, a ANABB lança uma campanha de caráter nacional: #nãomexenomeuBB.

Vamos fazer um alerta para a sociedade diante das ameaças que recaem sobre o BB e seus funcionários.

A ideia de vender partes, pelo que se ouve de fontes do governo, ou seja, um fatiamento, terá consequências negativas nas atividades, na governança e nas estratégias do Banco. A venda de ativos que geram negócios vai servir apenas para o Governo arrecadar recursos no curto prazo e que rapidamente vão se esgotar. Além disso, terá o efeito negativo de desorganizar e comprometer a solidez de uma empresa relevante para o crescimento econômico, com níveis de excelência na gestão e com lucratividade atraente para investidores. 

Abraçar a causa significa valorizar o BB.