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A ANABB está produzindo pequenos vídeos sobre temas importantes da proposta de sustentabilidade da Cassi. O objetivo é esclarecer ainda mais os associados sobre pontos que estão gerando dúvidas e garantir que o maior número possível de pessoas reflita sobre tudo o que foi negociado entre entidades e patrocinador.

1º vídeo: PROPOSTA DE SUSTENTABILIDADE DA CASSI

A Cassi é o maior plano de autogestão do país. São mais de 700 mil vidas, sendo mais de 400 mil só no Plano de Associados. Muitas vidas dependem da Cassi e os resultados negativos por 7 anos consecutivos consumiram as reservas. A Cassi fechou 2018 com R$ 378 milhões de prejuízo, R$ 810 milhões de insolvência. E agora, como resolver essa situação? PROPOSTA DE SUSTENTABILIDADE DA CASSI. Associados e patrocinador farão aportes para salvar a Caixa de Assistência. Em 2019, o Banco participará com: R$ 1, 15 bilhão de contribuição patronal; R$ 321 milhões de ressarcimento temporário extraordinários; R$ 135 milhões de taxa de administração; R$ 450 milhões de contribuição por dependentes. Já os associados participarão com: R$ 1, 20 bilhão de contribuição pessoal; R$ 177 milhões de contribuição por dependentes. Em 3 anos, o aporte total para a Cassi será de R$ 9, 75 bilhões, sendo R$ 5,75 bilhões do Banco do Brasil e R$ 4 bilhões dos associados. Essa proposta garante equilíbrio financeiro até 2023 e assegura solvência até 2024. 
O momento é de reflexão e decisão.
SIM! Somos todos Cassi!

2º vídeo: POR QUE A ANABB DEFENDE O SIM

Porque a proposta mudou. É outra proposta, construída pelas entidades e pelo patrocinador, resultante de discussões e simulações financeiras e atuariais.  O Banco recuou, a pedido das entidades, em relação ao estatuto rejeitado pelo corpo social. O Estatuto que vai à consulta reflete estritamente o que foi negociado e revisado pelos jurídicos das entidades. O Estatuto é nossa garantia de direitos. O associado será tratado como associado, não mais como beneficiário. Não haverá voto de minerva no Deliberativo e a presidência do CD continuará a ser exercida por um eleito.  Não há previsão de criação de novos planos pelo patrocinador A contribuição por dependente, antes com base no VRD, passa a ser um percentual do salário/benefício. O reajuste fica atrelado ao reajuste salarial/benefício e não mais à sinistralidade e cálculo atuarial que poderia superar 12% ao ano. Com isso, haverá previsibilidade de gastos.O voto de decisão na diretoria contempla itens que já são de alçada da diretoria. São itens de natureza operacional e administrativa, nada de estratégico.  A estrutura organizacional foi proposta pelas entidades e as áreas de tecnologia e atuarial foram fortalecidas.
O momento é de reflexão e decisão.
SIM! Somos todos Cassi!

3º vídeo: ESTATUTO MANTÉM BENEFÍCIO DEFINIDO DO BB PARA A CASSI

Diferentemente do que está sendo divulgado nas redes sociais, a nova proposta de Estatuto, mantém o patrocínio do BB como benefício definido, nos termos da resolução CVM 695/12 e do CPC 33.  De acordo com o CPC 33, existem duas formas de benefícios aos pós laborais, o benefício definido (BD) e a contribuição definida (CD). No benefício definido, o empregador assume os riscos de investimento e atuariais, de modo que sua obrigação de pagamento não possui valor exato, como na contribuição definida. No caso da Cassi, o Banco faz a sua contribuição corrente de 4,5% para os aposentados e calcula, permanentemente, qual o valor que deve provisionar para custear a contribuição futura (4,5%) do colega por toda a vida. O valor provisionado correspondente a 4,5% e é feito com base em premissas atuariais (tábua atuarial, taxa de juros, evolução salarial e composição familiar). Se os aposentados vivem mais, o BB vai ajustando sua provisão continuamente. Esse é o risco do benefício definido assumido pelo Banco com os aposentados. Por isso, não há possibilidade de o patrocínio do BB, para os que estão na ativa e aposentados, se tornar uma contribuição definida, pois o BB assumiu o risco atuarial do seu patrocínio. Os que ainda vão entrar no Banco, ao se aposentarem,  serão autopatrocinados, ou seja, não haverá patrocínio do BB, nem como benefício definido, nem como contribuição definida.
O momento é de reflexão e decisão.
SIM! Somos todos Cassi! 

4º vídeo: AVANÇOS NA GOVERNANÇA E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

A proposta traz muitos avanços que tornarão a gestão da Cassi mais ágil, segura e qualificada. A estrutura da Diretoria Executiva seguiu o modelo proposto pelas Entidades. Questões Atuariais serão acompanhadas por duas diretorias: a Financeira e a de Risco Populacional, Programas e Produtos de Saúde. Haverá maior investimento em tecnologia. Isso gera segurança e modernidade. Foram estabelecidos pré-requisitos para o exercício de cargos na Diretoria e nos Conselhos, tais como: experiência comprovada de, no mínimo, quatro anos no exercício de funções técnicas e gerenciais; e certificações específicas por órgãos reconhecidos. Foram definidos mecanismos de celeridades nas decisões, tais como: 
- O voto de qualidades na Diretoria, de alçada do presidente, que abrange assuntos administrativos e operacionais; e
- A pauta automática no Deliberativo: assuntos pautados regimentalmente que não forem apreciados numa reunião, serão decididos na reunião seguinte.
O Conselho Deliberativo, que cuida de assuntos estratégicos, continua presidido por um eleito. A eleição para o Conselho Fiscal será separada dos demais cargos. Isso garante mais transparência e independência para o órgão fiscalizador.
O momento é de reflexão e decisão.
SIM! Somos todos Cassi!

5º vídeo: PROPOSTA DE CUSTEIO

Na proposta de sustentabilidade da Cassi, o custeio será da seguinte forma: o patrocinador vai contribuir com 4,5% do salário ou do benefício para o associado titular. Já os associados, participam com 4%. Este percentual já vem sendo pago desde dezembro de 2016, por conta do Memorando de Entendimentos.
A contribuição por dependentes também vai estar atrelada ao salário ou benefício do associado. 
Funcionários da ativa, aposentados e pensionistas vão pagar percentuais iguais, exceto para o primeiro dependente, que será de 1% para os funcionários da ativa e de 2% para os aposentados e pensionistas. Para o segundo dependente, o percentual será de meio por cento e para os demais, 0,25% .
Um colega da ativa que recebe R$ 5 mil reais e tem 2 dependentes, vai pagar, por mês, R$ 50 reais por dependente. No total, sua contribuição à Cassi será de R$ 300,00 (R$ 200 dele + R$ 100 dos dependentes).
No caso de um aposentado com mesma faixa salarial e igual núcleo familiar, para o primeiro dependente ele vai pagar R$ 100 reais, e para o segundo, R$ 50 reais, totalizando por mês à Cassi, uma contribuição de R$ 350 reais (R$ 200 dele + R$ 150 dos dependentes).
A contrapartida do Banco em relação aos dependentes será de 3% da renda dos ativos, para até 3 dependentes, durante todo o tempo do funcionário no Banco. Essa parcela representa entrada significativa de recursos para a Cassi. Só em 2019, serão mais de R$ 628 milhões de reais (450,7 mi do BB e R$ 177,7mi dos associados).
Até 2022, serão mais de R$ 3 bilhões de reais (R$ 1,91 bi do BB + R$ 1,14 bi dos associados).
O momento é de reflexão e decisão.
Sim! Somos todos Cassi!

 

6º vídeo: VOTAÇÃO DO ESTATUTO

Associado chegou a hora de você decidir sobre a proposta de sustentabilidade da Cassi. A votação começa nesta sexta-feira, 17 de maio e vai até 27 de maio. Os canais de votação são o site e o aplicativo da Cassi, os terminais do Banco e os funcionários da ativa podem votar também pelo SisBB.
Na consulta, você vai responder SIM OU NÃO. O SIM representa a sua aprovação para o novo estatuto. As alterações refletem APENAS o que foi negociado.
A orientação da ANABB é pelo voto SIM. A Cassi precisa de dinheiro e a proposta prevê entrada imediata de recursos.
Os aportes que o Banco irá fazer já foram validados pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) do Ministério do Planejamento. E estão apenas aguardando o resultado da consulta. 
Agora é sua vez.
Qual futuro você quer para a Cassi?